quinta-feira, 14 de março de 2013

De volta às coisas de barro

 
Amanhã é sexta-feira, regresso a casa para um fim de semana (espero) despreocupado e com tempo para um merecido descanso.
De paciência quase esgotada, imposta pela rotina e ambiência de trabalho, deixo-me encantar por duas belas surpresas: uma fotografia tirada a um oleiro açoriano em pleno processo de modelação de um recipiente de barro e a recitação de uns versos maravilhosos que aqui transcrevo.
 
Junto ao fogo o barro escuro
E mole, tornou-se duro
E corou-se junto à chama.
Oh! que arte maravilhosa
Que torna a lama em rosa,
Consegue dar vida à lama.
 
Sou pintor de louça fina
Ind' hoje pintei um prato
Quem me dera de pintar
no teu peito, o meu retrato.

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