sábado, 2 de junho de 2012

Rio de Onor






O blog tem estado bastante parado devido à falta de tempo e ao excesso de trabalho que tenho tido (um privilégio, tendo em conta os tempos que correm). Para carregar o corpo e o espirito de novas energias, procurei refugio na aldeia um dia visitada e estudada por Jorge Dias: Rio de Onor. Fica no extremo norte de Trás-os-Montes, com a linha de fronteira, entre Portugal e Espanha, a passar no seu centro que não a divide, antes a une e complementa.
Da aldeia comunitária que um dia aquele autor encontrou já pouco, ou nada, resta. A par de tantos e tantos outros exemplos do nosso Portugal profundo, esta localidade continua a perder gente; a sua população está envelhecida; as actividades económicas são, práticamente, inexistentes; o abandono agrícola atinge níveis cada  maiores. Mas nesta aldeia há uma coisa que a passagem do tempo não debilitou nem corroeu: a sua beleza natural. Impossível não partilhar.

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