quarta-feira, 28 de julho de 2010

Mesquita Central de Lisboa





Ontem fiz uma visita à Mesquita de Lisboa (Praça de Espanha) - a minha primeira visita - adorei o espaço e a sua aparente sobriedade.
Quero lá voltar mas, dessa vez, será para colocar questões.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Mar de letras



Sem bibliotecas que temos nós? Nem passado, nem futuro.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Estranho Quotidiano



Houve um tempo em que se acreditava no futuro. Pensava-se que a ciência e a tecnologia resolveriam os mais graves problemas humanos e que haveria inteligência para distribuir bem os recursos. Não se imaginava que a tecnologia agravasse as desigualdades e que o desenvolvimento tornasse o planeta inabitável.

Houve um tempo em que as pessoas não estavam à venda. O seu valor não se contabilizava em dinheiro e ninguém procurava saber o preço que tinha. Não se imaginava que um bom futebolista pudesse valer por cem gestores e que um gestor valesse por cem empregados do Continente.

Houve um tempo de pessoas solidárias. Confiavam umas nas outras, gostavam de cooperar em trabalhos colectivos, prestavam socorro a quem caísse à sua frente. A indiferença perante o sofrimento alheio não era bem vista.

Houve um tempo em que os filhos respeitavam os pais, embora discordassem deles. Quando se lutava dentro das famílias, grupos e comunidades, era por confronto de ideias e não por inveja de posições.
Houve um tempo em que se respeitava a dignidade e a privacidade. O "Big Brother" não era um espectáculo oferecido às multidões, mas a antevisão de um pesadelo. Espreitar pelo buraco da fechadura ou interceptar conversas privadas era coisa de gente inferior que falava da vida alheia psra esquecer a triste vida que levava, e não era mester de magistrados ou jornalistas.
(J.L.Pio Abreu. in Jornal Destak. 9/Abril/2010)

Azul de céu e de sombra


domingo, 25 de julho de 2010

Por favor, deitar aqui...



Ser-se óbvio compensa, sobretudo para quem tem fama de subtil.

Sabes...



Precisamos do vazio no tempo e no espaço para apreciarmos as coisas verdadeiramente importantes.

domingo, 18 de julho de 2010

Amei esta exposição





Exposição - PRA QUEM MORA LÁ, O CÉU É LÁ (Centro Cultural de Belém)

"Numa primeira análise, a sua arte imediata parece influenciada pelo movimento naïf ou surrealista. As imagens encontram-se desligadas de toda e qualquer compreensão lógica, um enigma em permutação dos pintores com o observador. OSGEMEOS criam, com a intensidade das suas obras, um mundo-refúgio, fantasmagórico e intemporal (...).
Eric Corne (Comissário)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

De volta outra vez...

Já tinha saudades de vir aqui.
Espero que, a partir de agora, as visitas voltem a ser mais frequentes.