terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Era uma vez um fruto que nasceu coroado...





Há quem o acuse de ser um fruto um tanto ou quanto insipido, pessoalmente, sempre o achei saboroso. Por tradição, compro sempre algumas por altura do Dia de Todos-os-Santos (1 de Novembro), mas enquanto durar o Inverno vão sempre havendo romãs cá em casa.
Fascina-me a sua morfologia, dourada com alguns laivos rosados por fora e cheia de pequeninos grãos de um carmesim translúcido por dentro, que se ajustam uns aos outros numa complexidade que se assemelha às construções alveolares das abelhas. Hah... e a coroa que lhe dá um aspecto de singular nobreza.
Antes de lhe retirar a casca destaco sempre a coroa, depois vou juntando o numero suficiente que chegue para distribuir pelos amigos no dia de Reis (6 de Janeiro), para lhes garantir dinheiro e saúde para todo o ano.

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