quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nelson Mandela



Adeus ao homem que recusou ser comum. Adeus ao homem que recusou desistir.

domingo, 31 de março de 2013

Ver passar a procissão










Freixo de Espada à Cinta, sexta-feira, fim da manhã. Caminhávamos por uma ruela estreita, apertada entre o esguio casario de granito envelhecido, que só deixava entrever uma fina nesga de céu cinzento invernoso, triste, quando encontrámos a praça "Jorge Alvares" repleta de peregrinos, todos na mesma atitude: rostos sérios, impassíveis, como que mergulhados em meditação, de olhares dirigidos para a procissão do "Senhor dos Passos".
Mais tarde, não muito distante dali, em Torre de Moncorvo, quando a lua rodeava a paisagem com a sua luz ténue, vimos desfilar outra procissão. Das ruas da vila emanava uma espécie de paz grave devida, talvez, à influência das imagens seráficas dos santos que passavam envoltos em mantos púrpura. Um misto de vida e de morte, de morte e de vida.
Entre os devotos, apesar dos ambientes austeros e da solenidade dos momentos, nos rostos entrevia-se algo de fascinante que não sei adjetivar.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Chegou a primavera!


 
Primeiro dia de primavera e florescem, pela última vez, centenas de amendoeiras nas margens do Rio Sabor. Na memória das gentes ficam as lembranças de um tempo de agora que é já passado.
 

terça-feira, 19 de março de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Miminhos

 
O bem que soube ser assim surpreendida.
Obrigada H.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Feira medieval


 
Saí entusiasmada para mais um fim de semana por terras mais a sul. Para trás deixei a possibilidade de viajar pela neblina medieval que se propagará por estes dias em Torre de Moncorvo. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

De volta às coisas de barro

 
Amanhã é sexta-feira, regresso a casa para um fim de semana (espero) despreocupado e com tempo para um merecido descanso.
De paciência quase esgotada, imposta pela rotina e ambiência de trabalho, deixo-me encantar por duas belas surpresas: uma fotografia tirada a um oleiro açoriano em pleno processo de modelação de um recipiente de barro e a recitação de uns versos maravilhosos que aqui transcrevo.
 
Junto ao fogo o barro escuro
E mole, tornou-se duro
E corou-se junto à chama.
Oh! que arte maravilhosa
Que torna a lama em rosa,
Consegue dar vida à lama.
 
Sou pintor de louça fina
Ind' hoje pintei um prato
Quem me dera de pintar
no teu peito, o meu retrato.